Fibra Bruta
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Fósforo

Os compostos de fósforo intervêm em funções vitais para os seres vivos, sendo considerado um elemento químico essencial e um dos elementos CHONPS.

O fósforo tem relevante papel na formação molecular do ADN e do ARN, bem como do ATP, adenosina tri-fosfato.

As células utilizam-no para armazenar e transportar a energia na forma de fosfato de adenosina. Além disso, funciona como íons tampões, impedindo a acidificação ou alcalinização do protoplasma.

A falta de alguns fosfatos prejudica muito a qualidade de vida e em diversos casos acarreta doenças associadas a senilidade e senescência:

Transformações ocorridas no século XX em certas regiões, com repercussões na urbanização, na fecundidade e no meio ambiente, têm produzido impacto na estrutura etária da população e na mortalidade, exigindo mudanças na resposta de cada sociedade aos problemas de saúde.

A queda da mortalidade (principalmente a infantil), a redução da fecundidade e o aumento da expectativa de vida resultam no envelhecimento da população e aumento das taxas de doenças crônico-degenerativas.

No Brasil, estima-se que a população de idosos seja 7%, mas a projeção para 2020 é que esta percentagem deva triplicar, colocando o país em sexto lugar, em âmbito mundial, em relação ao número de idosos.

A manutenção da capacidade funcional é um dos requisitos para um envelhecimento saudável (RAMOS, 1993). A função física é reconhecida como componente importante da qualidade de vida, além de ser um indicador universalmente aceito do estado de saúde.

Do ponto de vista individual, a função física é necessária para manter o indivíduo independente e participante na comunidade. Nessa perspectiva, a incapacidade funcional é um problema social, que traz maior risco de institucionalização e altos custos para a saúde pública.

Após os sessenta anos, observa-se uma redução no peso corporal total 4 . A quantidade de massa muscular é reduzida, enquanto a porcentagem de gordura aumenta.

Com relação ao tecido ósseo, a perda dos homens é de cerca de 10 % após os 65 anos, e cerca de 20% após os 80 anos. Nas mulheres, a perda média é de 20% aos 65 anos, e de 30% por volta dos 80 anos de idade (BLAIR, 1994).

O estudo do envelhecimento mostra o declínio de várias funções fisiológicas, dentre as quais, do sistema cardiovascular, pulmonar, neuromuscular e ósseo.

A falta de cálcio nas costelas e vértebras pode acarretar no aumento da rigidez do gradeado costal. Essa modificação pode ser percebida também pela calcificação das cartilagens condro esternais e alterações nas articulações costovertebrais.

A diminuição da massa muscular, associada ao avanço da idade, inevitavelmente altera a força, a densidade óssea, a sensibilidade à insulina e a capacidade aeróbica. Contudo a capacidade de oxidação do aparelho musculoesquelético parece se manter até os 70 anos 5 .

Já os ossos possuem uma estrutura rígida de tecido conjuntivo, especialmente de colágeno, sais minerais, proteínas e glicosaminoglicanos, hidroxiapatia (fosfato de cálcio).

A função das fibras de colágeno é oferecer elasticidade, enquanto que a resistência é proveniente dos minerais. Nos idosos, os minerais predominam no tecido ósseo acarretando na menor flexibilidade e aumento da fragilidade (WARBURTON, 2006).

Segundo GORZONII & RUSSO (2002) a remodelação óssea depende dos processos de formação e reabsorção, que possuem três funções primordiais: reparar micro lesões, manter a resistência e retirar cálcio ósseo para manter a calcemia.

A diminuição da massa óssea demonstra associação com o aumento da fragilidade e do risco de fraturas. Nas mulheres essas alterações podem ser mais acentuadas que em homens, principalmente após a menopausa.

A genética também pode influenciar a massa óssea e o tamanho do esqueleto. Esses fatores chegam a influenciar 85% da variância interpessoal da densidade mineral óssea.

Diversas modificações funcionais no idoso podem ser atribuídas ao envelhecimento na composição óssea e articular aliada as alterações musculares, esses dois fatores são componentes da massa magra corporal, incorporando a massa residual e massa gorda, formando assim o peso corporal total.
As doenças relacionadas com a senilidade e senescência são a osteoporose, artrite reumatóide, artrose entre outras.

A osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição da massa óssea e deterioração da sua microarquitetura, com o aumento da fragilidade óssea e do risco de fraturas. Afeta milhões de pessoas no mundo inteiro, sendo considerada um dos maiores problemas de saúde pública, junto com as doenças cardiovasculares e o câncer.

Considerando o grande impacto socioeconômico da doença, a melhor estratégia para o manejo da osteoporose é a sua prevenção.

A artrite reumatoide é uma doença autoimune, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva a deformidade e destruição das articulações em virtude de erosões ósseas e da cartilagem.

Afeta mulheres duas a três vezes mais que os homens e sua prevalência aumenta com a idade. A artrite acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como: rigidez matinal, fadiga e perda de peso.

Quando envolve outros órgãos, a morbilidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos. Com a progressão da doença, os pacientes com artrite reumatoide desenvolvem incapacidade para realização de suas atividades tanto de vida diária como profissional, com impacto significativo para o paciente e para a sociedade.

A artrose é também conhecida como osteoartrose, osteoartrite, artrite degenerativa e doença articular degenerativa, é uma doença reumática que incide principalmente nas articulações dos joelhos, coluna, quadril, mãos e dedos. Ocorre tanto em homens como em mulheres, sendo a mais comum das doenças reumáticas.

Na artrose ocorre o desgaste progressivo da cartilagem das “juntas” (articulações) e uma alteração óssea, os chamados “bicos de papagaio”. Fatores hereditários e fatores mecânicos podem estar envolvidos no seu aparecimento.

A artrose atualmente é considerada como tendo uma causa multifatorial, envolvendo fatores genéticos, mecânicos e metabólicos.

A artrose pode ser divida em primária (sem causa conhecida) ou secundária (com causa conhecida). A primária pode afetar as juntas dos dedos, mãos, bacia, joelhos e coluna, e ocorre mais frequentemente em idosos.

A artrose secundária pode afetar qualquer articulação como sequela de uma lesão articular de causas variadas, como traumatismos, defeitos das articulações, hipotireoidismo, diabetes, etc, e pode ocorrer em qualquer idade.

A participação da hereditariedade é importante, principalmente em certas apresentações clínicas, como os nódulos dos dedos das mãos, chamados de nódulos de Heberden (na junta da ponta dos dedos) ou Bouchard (na junta do meio dos dedos).

Além dos fatores genéticos, outros fatores são considerados de risco para a artrose, como a obesidade e certos tipos de atividades repetitivas e com sobrecarga de articulações.

A artrose é a mais comum das doenças reumáticas, acomete tanto homens como mulheres e aumenta sua incidência com a idade. Vários fatores estão envolvidos no seu aparecimento e seu principal sintoma é a dor nas articulações.

O tratamento da artrose inclui várias medidas que melhoram a qualidade de vida, como exercícios físicos, repouso, controle do peso e medicamentos para controle da dor. No entanto, a prevenção, ainda é a melhor maneira de garantir qualidade de vida e a longevidade.

Sabe-se que manter a quantidade de alguns fosfatos no organismo pode dificultar o surgimento de mais problemas e complicações ao avançar da idade.

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